
Sigo o crepúsculo embevecido
Pensando que aquele será o nosso ocaso
E não voltaremos a amanhecer
Pensamentos negrumes no meu ser
Vaguidão abstracta do nada
Não devia pensar no nada ao ver a vida da beleza
Mas corrói-me a alma
Seja talvez o meu íntimo
Leva-me a tal tortuosidade
Ressinto-me da avidez de fazer glória
Estou a trespassar-me,
Sou nada.
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