terça-feira, 1 de abril de 2008

Ida sem retorno


Faço-me sentir nos sobejos do teu coração
Como quem ama a saudade
De longe vais, mas de perto não vens
Vou fazendo
Imaginando no crepúsculo da tua partida
Quero-te tanto
Agora adormecerei nos braços da tua ida
Amargando-te fiz-te luzir
Alvitro pelo teu retorno
Estou inacabado
No oriente já rumas
Mas, adverso ao destino,
Quero estar contigo num momento chamado sempre.

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