
Fiz este poema inspirado e encorajado por tantos outros de Bocage. Assim aviso que é um poema para maiores de 18 e pode ferir a susceptibilidade de algumas pessoas.
Puta que vagueias pela calçada
Onde vendes a dignidade
Em troca da merda que te faz viver,
E que te alardeias de rata ao léu.
Esse antro de esgoto por onde andas
Onde os ratos esventram a imundície para sobreviver
E onde se sente o asqueroso cheiro da humilhação
Emanado pelos teus sebentos aliados.
Não gostas do que fazes
Mas voltas ao pénis que te dá de comer
E voltas com esse sorriso ingénuo nos lábios
Prontos a serem devorados pelos cornudos que os observam.
E fodes em qualquer deleite
Vendo os olhos doentios do chulo
Contendo a indiferença pelo acto
E gemendo falsamente para fazer feliz.
E no fim, estendes a mão para a esmola crua e suja
Para guardares nos seios esborrachados e abocanhados
Pelos cabrões que mendigam por amor.
E eles saem erguidos
Pensando verdade do teu fingimento indiferente
Seguindo para a sua vida de merda
Tão miserável quanto tu,
Puta que esperas por mais uma insensível foda.
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