
Esta dor que me enche a alma
É a infinita dor que me resta
Da nossa pérfida união
Que almejou o sempre findar.
O assolar deste vil tormento
É o longo brotar do sangue
Correndo no coração rubi
Que não mais lateja como dantes.
O meu corpo está possuído pela besta
Para que se ausente esta dor
Que por tua infâmia se crava.
Resta-me agora a repugnância
Por ti e por todas desse género
Pois nunca mais volto a amar.
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