
O esvair que se queda nele
Queda-se pela donzela amante
Sentindo seu pesar na pele
Que corrói o sangue derramante
A morte é a fatal testemunha
Daquele funesto afrontamento
Em que o amor nada mais punha
E sõ restava o sentimento
Via o mísero deambulante
A débil condição virginal
De sua sempiterna amante
Que quis com ela ser imortal
Pegando em divino punhal
Cravejou seu fustigado peito
Com a rude força infernal
Levando a cobiçada no leito.
1 comentário:
Excelentes poemas!
:O
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