
Saía a Vénus do mar erguida e do arvoredo testemunha,
Na sua inaudita valva,
Superior e magnânime com suas esbeltas formas,
Com cerúleas e escarlates saraças para a apadrinhar
E ornatos decaídos do nebuloso,
Estava ali, o tão desejado fruto,
Ensombrando seus zéfiros e servos,
Que a ela adoravam e a serviam eternamente
Sem qualquer temor ou incerteza,
Sabendo que defronte de suas almas estava,
Aquela que nasçeu deificada
Sob os poderes do Possante,
Na mais puros e imaculados moldes,
A fonte do Amor.
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