Meu Mundo é parco,
Parco do ser e do infinito
É impiedoso para quem lá dentro está
É escarlate como o ocaso do sol,
É negro como a escuridão do silêncio
Faz de mim um ser inacabado
Faz de mim um ser pleno
Transparece, embrenha, impregna
Sabe jubilar
Sabe ser obscuro e penoso
Faz e torna o rumo diverso
É o meu Mundo
É o meu ínfimo.
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