sábado, 2 de outubro de 2010

Tu


Será porventura o sorriso
Aquele que transportas do coração ao rosto,
Aquela maravilha superior
Com que acendes as almas apagadas.

Será o olhar
Que lacrimeja ternura e alegria
Que assalta a minha paixão
Que deixa ver o quão bela és.

Será o gesto.
Suave, macio, quente.
Acolhedor para quem é estranho,
Pleno de emoções por tua pele.
No fim, és tudo.
Tu és uma. Um sorriso. Um gesto. Um olhar.
Junção da trindade da beleza
Que por este pobre é retratada.

2 comentários:

Anónimo disse...

aposto que este foi escrito na aula de HRoma

Emanuel Silva disse...

Quem és tu, anónimo?