segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Reste de Esperança


Logo cedo que te vi
Enxerguei o que era o amor
Soube querer e ser querido
Soube deleitar-me com o desejo da vida
Olhar para as estrelas e ver teu trejeito
Quis a triste sorte nos apartar,
Mas nem o Fado,
Distancia nossos corações
Corações arrebatados por latejar em conexo
Um amor entenebrecido por uma quimera
Uma utopia realizável pois quem se ama, não estremece
Meu bem-querer, acode a mi
No loco onde sempre estive e estarei
No teu coração.

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