quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Amor, Para ti


Para ti,
Para ti de sentimento sem finitude
Para ti imaculada deusa
Para ti que sem temor pugnas por meu lustre
Para ti, primorosa, que mudas meu vápido mundo
Para ti que desafias a Providência com teu despejo
Para ti, de volúpia infinita, és o meu cirro,
Meu cirro para a felicidade
Para ti, que me enlevas com tua beleza
Para ti, que és afeita a mim e não me deixas
Para ti, impérfida mulher, impregno-me em ti
Para ti que me gostas e inebrias meu mundo
Para ti, que, se fosse cego vislumbrar-te-ia sempre em meu coração.

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