quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Lugar Íntimo


Lugar singelo, que nos rompe a alma
Lugar onde tudo jubila quando está ensombrado
Lugar santo onde se cometem heresias
Lugar onde a monção é algo inoportuno
Lugar malicioso que nos traça para o mágico
Lugar desatinado que nos ajuíza
Lugar açuceno coma mácula à espreita
Lugar mártir onde nos tornamos ledos
Lugar que mana uma agonia sumptuosa
Lugar cirro que alardeia sua garbosidade
Lugar pardo repleto de luz
Lugar de ninguém que é tudo,
Lugar teu.

Súplica


A severa chegou em mim,
Tal como antes sei amar
Tal como antes devoto-te mais que a essência
Tal como antes és a minha Natureza
Teu pranto, a limpidez das humildes águas
Tua beleza deificadora, do celeste vem
Assedoso capilar de jubilosos campos
Mudei e não sei mais voltar
Queda-me a nostalgia
A nostalgia de já teres sido o meu lastro
Vénus minha, este é o meu remir
Tal como antes, AMO-TE.

O Fim do Eterno


Vens sem rumo com teu merlim
Com despudor de Quixote
Almejando meu anoitecer
Alardeando-te de meu devir
Meu devir pelo teu pungimento
Teu açuceno gesto
É agora meu canudo
Tua deleitosa figura
É agora ensombrada por um labéu
Um labéu que não se exorciza de meu coração
Tudo nosso é delével
Meu desígnio é rugir
O eterno acabou em nós.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Fim Eterno

Vens sem rumo com teu merlim
Com despudor de Quixote
Almejando meu anoitecer
Alardeando-te de meu devir
Meu devir pelo teu pungimento
Teu açuceno gesto
É agora meu canudo
Tua deleitosa figura
É agora ensombrada por um labéu
Um labéu que não se exorciza de meu coração
Tudo nosso é delével
Meu desígnio é rugir
O eterno acabou em nós.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Conúbio

Garboso teu sorrir
Teus olhos meu coração
Coração que sobeja o latejar
Coração que bate escarlate ao te sentir
Sentimento que leva o poder da senhora lua
Sentimento debuxado em ti
Em ti, de açuceno amor
Te expedes destainada em mim
Manando teus desígnios
Outurgando-me a sede de viver
Amor,
Leva-me para o eterno.

Lugar Divino

Lugar singelo que me rompe a alma
Lugar onde tudo jubila quando está ensombrado
Lugar santo onde se cometem heresias
Lugar onde a monção é algo inopurtono
Lugar mágico que nos traça para o nal
Lugar desatinado que nos ajuíza
Lugar açuceno com a mácula à espreita
Lugar ledo onde nos tornamos sofredores
Lugar que mana uma agonia sumptuosa
Lugar cirro que alardeia a sua garbosidade
Lugar pardo repleto de luz
Lugar de ninguém que é de todos
Lugar teu.

Tal como antes...

A severa chegou a mim,
Tal como antes sei amar
Tal como antes devoto-te mais que a essência
Tal como antes és a minha natureza
Teu pranto a limpidez das humildes águas
Tua beleza deificadora do celeste vem
Assedoso capilar de jubilosos campos
Mudei e não sei mais voltar
Queda-me a nostalgia,
A nostalgia de já teres sido o meu lastro
Vénus minha este é o meu remir,
Tal como antes, amo-te.